Historia da Igreja - Inicio da Apostasia

Historia da Igreja

SERIE CELEBRAÇÃO AOS 500 DA ANOS DA REFORMA PROTESTANTE



INÍCIO DA APOSTASIA Parte I 

Clic: Inicio da Apostasia II


A formação do cristianismo e a sua propagação como religião histórica foi resultado exclusivo do testemunho e da interpretação da pessoa de Jesus Cristo. Notar este fato é essencial à orientação da obra de evangelização e missionária em qualquer tempo e lugar. O Cristianismo implantou‐se e propagou‐se pelo método que Jesus Cristo mesmo seguiu no Seu exemplo e ensino. Os discípulos, por exemplo, eles foram escolhidos e treinados por Jesus para que dessem muito fruto e fruto que fosse permanente. Os discípulos tiveram convívio com Jesus, essa experiência, mais tarde foi interpretada pelo Espírito Santo e tornou‐se vida e poder neles. A tarefa dos discípulos era a de serem testemunhas de Jesus em Jerusalém, na Judéia, em Samaria e até os confins da terra.
Este era também o método e o programa geográfico para a sua obra. É mediante o testemunho e a interpretação da pessoa de Jesus Cristo feita pelos
apóstolos e outros cristãos que o Cristianismo se estabeleceu e é, nesta mesma base, a nosso ver, que a história da Igreja precisa ser estudada. Destacamos sempre a palavra “ensino”, como método eficaz para o estabelecimento da Igreja de Cristo.

Você comprovará neste estudo que a tônica da mensagem era a didática, o ensino e exposição da palavra em forma de estudo bíblico. Quando a igreja, a partir do segundo século em diante perdeu a metodologia por Jesus para seu crescimento, então se enveredou pelo caminho da apostasia. Quando a igreja começou a usar outros métodos e deixou o ensino da Palavra como prioridade, se perdeu no método especulativo.

Mateus 4:23 demonstra que a prioridade no ministério de Jesus era o ensino, pois Mateus coloca esta metodologia em primeiro lugar, (veja o texto paralelo
em Mateus 9:35).


O longo discurso registrado em Mateus capítulos 5, 6 e 7, conhecido como “Sermão da Montanha”, na verdade não é um “sermão”, pois se prestamos atenção Mateus declara o seguinte: “E, abrindo a sua boca os ensinava, dizendo:” (Mateus 5:2). Portanto, o método empregado por Jesus na montanha não
é de um “sermão” e sem o de um Mestre ensinando. As palavras ali registradas são a apresentação de um ensino, na forma de um estudo bíblico, um
ensinamento (veja Mateus 5:2 e compare com Mateus 5:19). Principalmente notamos que na narrativa que Mateus faz dos capítulos 5, 6, e 7 faz questão de deixar claro que se trata de método de ensino de princípio a fim (veja para o início Mateus 5:2 e para o final, Mateus 7:29) – De princípio a fim é ensinamento
e não um sermão.


Em Mateus 11:1 de novo o apóstolo, ao narrar as atividades de Jesus coloca em primeiro lugar o ministério de ensino – Compare com Mateus 13:54.


Em Mateus 22:16, podemos ver o reconhecimento que as pessoas fazem do ministério de Jesus, e de novo deixa claro que era o ensino. Finalmente, devemos ponderar o trecho que é conhecido como a “Grande Comissão” Mateus 28:19‐20. A ordem dos fatos é:
1.‐ Fazei discípulos.
2.‐ Batizando‐os.
3.‐ Ensinando‐os.


Notamos de novo a ordem para que os seguidores de Jesus, aqueles que deveriam continuar o trabalho da Igreja não poderiam inventar “moda” e criar outros métodos diferentes.

A Igreja de Cristo, aquela que Ele fundou, segue a mesma orientação dada pelo Seu Mestre, dando prioridade e a devida importância ao ensino das verdades bíblicas. Aqui se comprova uma tarefa enorme, a tarefa de ensinar o povo de Deus. Ministrar não apenas belos sermões, mas principalmente, e acima de
tudo ENSINAR. Mais estudo e menos diversão.
Na declaração de Jesus: “ser‐me‐eis testemunhas” (Atos 1:8) está implicitamente revelado que o Cristianismo essencial é o Cristo implantado no coração dos homens através da sua experiência com Jesus, esta obra interior, que em palavras mais bíblicas pode‐se chamar de “Justificação pela Fé”, ao ser interpretada
pelo Espírito Santo tem como resultado natural o testemunho cristão. Portanto, o testemunho cristão, que era o impulso e motivação dos crentes do primeiro século, era a alegria de ser justificado.

Cristianismo consiste primariamente na presença do próprio Cristo nos cristãos, logo em seguida no ensinamento de doutrina, e só depois a instituição. É
pela obra do Espírito Santo que Jesus foi feito Cristo e Senhor. Pela interpretação e divulgação deste fato pelos apóstolos surgiu o Cristianismo como religião histórica. O Cristianismo essencial ou histórico, repitamos, é o Jesus da história como Cristo nos homens.

Este fato nem sempre tem recebido de nós a devida atenção. Para compreendermos a situação do Cristianismo em qualquer período da história, precisamos verificar o destaque que nele foi dado à pessoa de Jesus Cristo. Também, se desejamos avivar nosso trabalho de testemunho, precisamos dar a devida atenção à pessoa de Jesus Cristo. Precisamos distinguir entre o Cristianismo essencial ou histórico e o Cristianismo “moderno” que muitas vezes procuramos implantar nos homens. O método e êxito para isto não depende de formularmos uma doutrina ou teologia de evangelização, nem do aperfeiçoamento dos nossos meios de comunicação. Tudo isto, certamente, tem o seu lugar ou utilidade. O  método  essencial,  porém,  deve  ser  ensinar  as  pessoas  através  de
nosso  próprio  testemunho  do  que  significa  Jesus  Cristo  para  nós. Freqüentemente proclamamos hoje, como Igreja, uma mensagem de justificação, em essência, Justificação pela Fé, o que é básico e essencial. Mas, que sentido exato tem esta afirmação para nos mesmo e para o mundo? Que testemunho de interpretação nos poderíamos então dar e realmente damos sobre essa mensagem tão diferenciada e importante? Temos uma experiência de justificação?

Desejamos aqui despertar a atenção para este assunto, mas não podemos examinar em pormenores a sua importância. Chamamos a atenção
para que, no estudo sobre a história da Igreja, verifiquemos o lugar que a pessoa de Cristo tem tido nos vários períodos da história. Abordamos, aqui, apenas
o destaque que a pessoa de Jesus Cristo teve na propagação do Cristianismo no período do Novo Testamento.

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